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A Lenda do Arco-Íris Noturno

(A Lenda do Arco-Íris Noturno, BRA, 2008)

???

Direção: Rogério Quintão

Elenco: Patrícia Cool

Roteiro: Rogério Quintão

Duração: 36 min.

Minha nota: -1/10

Bom, vamos começar com a sinopse:

O filme conta as aventuras de Patrícia Cool em Antonina para encontrar a chave de ouro dos jesuítas e ter acesso ao tesouro.

Claro que com uma descrição dessas só poderia vir um filme doidão pela frente. A expectativa não se frusta e diante dos nossos olhos um roteiro absurdo e uma mistura tosca de estilos tortura a platéia por intermináveis 36 minutos.

Sem nexo, com letreiros descritivos e gritos gulturais o filme indignou os espectadores que, já nos primeiros minutos de projeção, começaram a gritar e pedir o fim daquela maluquice.

A impressão que fica é de que o filme foi concebido depois de uma sessão forte de chás alternativos ou de muita defumação, se é que vocês me entendem.

O som, como não poderia deixar de ser, é tosco e as imagens são criadas com os efeitos mais batidos. Bem ao estilo de montagem Paintbrush.

No final das contas e da tortura, o filme é uma perda de tempo. Tão doido que consegue causar vergonha alheia em qualquer pessoa que o assista.

Para fechar o pacote, indignado com a má recepção do filme, o diretor gritou que aquilo era filme para francês ver e que o público brasileiro não estava preparado para ele. Fala sério!

O que causa estranheza é o fato de um curta como este ser escolhido para concorrer na Mostra Brasília, pois além de ser péssimo e prejudicar todas as exibições seguintes, desrespeita todos os outros candidatos. Não é possível que existam tantos filmes piores do que esse.

Um filme desnecessário.

Só para constar. A nota mínima do blog é -1, mas o filme merece bem menos.

Um Grande Momento

Grande momento? Nem momento o filme tem.

Prêmios e indicações (as categorias premiadas estão em negrito)

Festival de Brasília: Curta 16mm

Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

Um Comentário

  1. Ah! me desculpe mas,eu ñ pagaria para ver um filme péssimo como esse,e aprenda a aceita o q as outras pessoas pensam,afinal…estando vc nesse ramo deveria saber disso + do q eu…PÉsSiMo!!!nota "0"

  2. Ahhhh…
    agora que tava ficando bom!!!

    agora é aguardar o próximo filme dele depois dessa crítica e a nova crítica dela depois que se tornou uma “dromedália emloquecida”

    que fim triste para um início idem

  3. Rogério,

    Belíssimas palavras.

    Sinto muitíssimo pelas minhas na crítica, acabei criando uma relação de impaciência com o filme e falei tudo que achei de uma maneira muito agressiva.

    Mas estou aprendendo a me controlar e a pensar também no trabalho do realizador, independente do resultado.

    No mais, ficam as minhas desculpas.

    Beijocas

  4. Paz Na Terra Eu Quero
    Aos Homens De Boa Vontade,
    Aos Homens Da Crueldade,
    Aos Homens De Toda A Idade ,
    Aos Homens De Toda A Cidade.

    União Entre Os Cidadãos,
    Diálogo E Compreensão,
    Esperança E Perdão,
    O Fim Da Má Distribuição,
    Irmão Ajudando Irmão.

    Amor Na Terra Semear,
    A Vida Saber Respeitar,
    O Irmão Quere Ajudar,
    Sem Nada Em Troca Cobrar…
    Importando Somente Amar.

    Esperança Para Poder Acreditar Que A Vida Irá Melhorar,
    Se Em Qualquer Lugar Do Planeta O Homem Souber De Verdade O Seu Semelhante Respeitar.

    Fé E Muita Oração,
    Não Importando A Religião,
    Ensinando A Cada Dia Que A Paz,
    Amor E União,
    Respeito Entre Os Homens Da Nação Faz Bem A Toda A População.

    Respeito Ao Homem,
    Eu Peço Do Fundo Do Meu Coração,
    Só posso respeitar O Verde,
    Minha Pátria E Os Animais
    Se Me Respeitarem De Fato, Como Verdadeiro Cidadão.

  5. Êpa, êpa, êpa… Comentários são bem-vindos, mas nada de baixar o nível.

  6. O filme não deve ter sido pior que esses comentários. O Rogério está certo em experimentar. E quem não gostou tem todo o direito de não gostar. Filmes são como filhos: depois que saem do útero, terão uma relação toda própria com o mundo.

  7. Peço desculpas se o ofendi. Apenas disse o que eu achei.

    Realmente não conheço seu trabalho como artista e não quis ser covarde, mas acho que todo mundo que faz alguma coisa deve saber lidar com as críticas que escutam e/ou lêem.

    No mais, é só insensibilidade, dromedarice, loucura, burrice, exagero, mentira, tacanhice, mediocridade, fofoca, falta de senso, covardia, inutilidade e perversão. Para que se importar?

  8. Vá estudar Arte sua idiota!!!! a sua crítica é tacanha e medíocre, vc serve para trabalhar nestas revistas de fofoca, o que vc fez do filme foi (FOFOCA), bem a sua cara! achei uma falta de senso e covardia o que vc escreveu sobre mim sem ao menos conhecer o meu trabalho como Artista, o meu objetivo com o filme e o público foi atingido, o resto são palavras inúteis e peversa de sua mente.

  9. Caro Rogério!

    Infelizmente, as minhas palavras refletem a impressão que o seu filme causou. Não só em mim, como em todas as pessoas com quem conversei depois da sessão.

    Só para constar, gosto muito do trabalho de biAhweRTHer.

    Um abraço

  10. Achei Ridícula a sua critica, vc exagerou nas palavras, pode mudar de profissão, estou vendo que sua sensibilidade é de uma dromedália emloquecida, vc levou muito pro pessoal, sua criticaZINHA de merda!!!
    vc sabe o que o conceito de desconstrução sua burra?

  11. Achei Ridícula a sua crítica, vc exagerou nas palavras, pode mudar de profissão, estou vendo que sua sensibilidade é de uma dromedália emloquecida, vc levou muito pro pessoal,
    vc sabe o que o conceito de “desconstrução” vai estudar sua burra!!! porque tanto ódio se vc nem me conhece, sua criticaZINHA de merda!!!

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