Crítica | Streaming

Meu Nome É Taylor, Drillbit Taylor

Visto em DVD(Drillbit Taylor, EUA, 2008)

Comédia

Direção: Steven Brill

Elenco: Nate Hartley, Troy Gentile, Ian Roberts, Owen Wilson, Valerie Tian, David Dorfman, Alex Frost, Josh Peck, Leslie Mann, Lisa Ann Walter, Beth Littleford

Roteiro: Kristofor Brown, Seth Rogen, John Hughes

Duração: 109 min.

Minha nota: 6/10

Voltando à velha forma das comédias familiares, este filme tem uma história interessante, um bom elenco e um roteiro bem engraçadinho.

Três adolescentes perdem suas expectativas de sucesso no ensino médio depois de uma pequena confusão com o malvadão perseguidor de nerds da escola. Para resolver a situação eles contratam a ajuda profissional de um guarda-costas.

Apesar de toda a boa premissa, o filme acaba exagerando um pouco na quantidade de elementos e não consegue se desenvolver sempre no mesmo ritmo. O começo, por exemplo, longo e demorado, cansa alguns.

O destaque é o ator Owen Wilson que apesar de criar uma nova espécie de Dupree, com seu carisma conquista e diverte quem assiste ao filme. Mas o elenco juvenil também é bom e divertido.

Apesar dos pesares é um filme bonitinho que provoca algumas risadas e cumpre muito bem o seu papel de entreter.

Bom para ver com os pequenos, que gostam da história do princípio ao fim, e para rir um pouco.

Um Grande Momento

A espada.



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Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

10 Comentários

  1. Cara ss filme e muito locooooooOOOOO
    muito msmo para bns pra os garotos o welson

  2. Mas nesse ano fiquei aterrorizado com algumas noticias nos jornais sobre o assunto, e bizarramente durante a sequencia que eles sofrem na mão do vilão da trama, é dificil esboçar um sorriso …

    Mas ainda bem que o proprio filme sabe contornar a situação e isso é muito bom.

    Beijoca!

  3. Oi gente!!

    Ricardo – Obrigada!!! Eu não identifiquei mesmo. Nem lembrava que o Como se Fosse a Primeira Vez se chamava Happy na hora. Hehehe.

    Hugo – É um filme sobre adolescentes bem comum, mas segue aquele estilo dos anos 80, sabe? Sem tanto besteirol, mas bem bobinho…

    Robson – Ah… Pára vai! Eu não sou fã de filmes de terror. Hahaha. Estou com o Digo em casa e filmes adultos estão meio longe daqui.

    Herbert – Nossa! Que orgulho! Muito obrigado pela citação e pelo link.

    Jeff – Como eu já disse antes, tudo é uma questão de momento… Hehehe. Eu sempre dou uma desanuviada no final do ano porque em janeiro chovem filmes pesados.

    Kau – É mesmo? Por que? Eu até que gosto bastante dele. Ele passou meteoricamente pelos cinemas e já saiu de cartaz. É um filme bobinho, despretencioso e que os pequenos adoram.

    Johnny – Eu acho a agressão escolar o cúmulo do absurdo, mas ela já existe há um bom tempo por aqui. Quando eu estudava (e olha que isso faz muito tempo) já existiam situações de assédio pelos mais populares e mais fortes.
    A cena dos dois aprendendo a lutar é muito boa mesmo.

    Beijocas a todos!

  4. Apesar de tocar em um tema polemico e que cresce a cada dia aqui no Brasil, o bullying, o filme faz um debate curioso e engraçado.
    Tanto o trio dos guris, quanto Wilson se divertem mais do que tudo …

    Destaque para o treinamento e a sequencia onde os guris aprendem a lutar vendo Clube da Luta
    eheheh

    Abraços

  5. Cecília, tenho meus dois pés atrás com o Owen Wilson. Entretanto, adorei seu texto e fiquei bastante interessado pelo filme. Ainda está nos cinemas?

    Beijos!

  6. cecília, não tenho coragem de ver uma grande quantidade de filmes que assiste. hehe tenho fugido de coisas assim e preferido assistir longas aparentemente de melhor qualidade. não tenho errado.

    []s!

  7. Prezada Cecília,
    Meu blog tem uma tag que destaca os sites e blogs que freqüento e admiro e o “Cenas de Cinema” é um deles. Tomei a liberdade de incluí-lo na minha coleção.
    Como amante do cinema vivo percorrendo sites e blogs versados no tema. O “Cenas de Cinema”, que conheci em pesquisa no Google, tem a receita certa para mim.
    Daria-me muito prazer se você – que é minha “vizinha” da blogosfera de Brasília – pudesse visitar o post por meio do link: [http://oficinadegerencia.blogspot.com/2008/12/destaque-de-blogs-cenas-de-cinema.html#links].
    Ah! Não há o menor compromisso de “contrapartida de citação”. Não opero nessa freqüência. Faço os destaques pela qualidade dos blogs indicados.
    Não me sinto bem em pensar que um blogueiro indicou meu blog só porque citei o seu. Portanto, esteja à vontade.
    Este “comunicado”, na verdade, é muito mais por razões éticas; não ficaria bem eu citar o seu blog e deixar de avisá-la.
    Desejo-lhe muito sucesso, pois o “Cenas de Cinema” é de alta qualidade. Já me coloquei como “seguidor” e coloquei o blog na minha “Vitrine” (veja na minha barra lateral)

  8. Estranho… cadê a fã de filmes de terror? hehehehe virou fá de comédia agora?

  9. Parece com dezenas de outros filmes sobre adolescentes, mas pode ser que o nome de Seth Rogen no roteiro traga algo de interessante.

    Bjos

  10. Muito boa a sua crítica, como sempre!
    E quando eu falei que ele se parecia com um outro personagem dele mesmo você não deve ter identificado porque eu falei que era “Happy” o nome dele (hahaha, acho que confundi com o “como se fosse a primeira vez”), mas era esse mesmo, do Dupree.
    Um grande beijo!
    E continue sempre escrevendo!

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