Crítica | Streaming

TRON – Uma Odisséia Eletrônica

(TRON, EUA/FOR, 1982)


Ficção Científica

Direção
: Steven Lisberger

Elenco: Jeff Bridges, Bruce Boxleitner, David Warner, Cindy Morgan, Barnard Hughes, Peter Jurasik

Roteiro: Steven Lisberger, Bonnie MacBird

Duração: 96 min.

Minha nota: 6/10

Quando Rodrigo disse que queria ver TRON achei no mínimo curioso. Ao perguntar o que o atraira em um filme tão velho ele não pensou duas vezes: “especialista em videogames é sugado para dentro do computador, mãe!” Li a sinopse e depois de algumas risadas pegamos o dvd.

Como disse o pequeno, um programador de jogos é “transferido” para dentro de um computador que tenta invadir há algum tempo e vê aí sua chance de recuperar a autoria perdida de alguns programas, mas tem que sobreviver aos jogos que acontecem dentro da máquina.

O filme tem um significado muito importante para o cinema pois abusou de efeitos especiais computadorizados e trouxe para as telonas do mundo uma estética totalmente diferente da de costume.

A temática, com computadores, jogos e uma experiência totalmente virtual, mesmo sem estourar nas bilheterias, acabou conquistando a garotada dos anos 80 e despertando a curiosidade de muitos dos geeks da atualidade.

Apesar de toda a importância e o carinho dos mais fanáticos, TRON é um filme que tem muitas falhas. A principal é o desenvolvimento superficial e a inconstância de personalidade de suas personagens.

O prolongamento da seqüência final também é bem incomodo, principalmente ao ver que algumas coisas eram desnecessárias e não contribuiram em nada para a trama.

Mas é um programa divertido e que desperta uma saudade gostosa, daqueles que a gente assiste e se lembra da época em que a Sessão da Tarde não passava só filme ruim.

Um Grande Momento

Sempre gostei muito da cena com as lightbikes. Revê-las foi uma ótima experiência.

Prêmios e indicações (as categorias premiadas estão em negrito)

Oscar: Figurino (Eloise Jensson, Rosanna Norton), Som (James LaRue, Michael Minkler, Bob Minkler, Lee Minkler)

BAFTA: Efeitos Visuais (Richard Taylor, Harrison Ellenshaw)

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Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

Um Comentário

  1. Esse filme marcou tanto, mas tanto minha infância que considero um dos pontos altos da minha formação como adulto. Não por qualquer sentido em relação educacional, mas sim pelo pelo emocional. Sei lá, até hoje, ao assistir, me emociono um pouco. Sem motivo algum.

    É atemporal. E, como disse o Márcio ali em cima, não sei se conseguiria dar uma nota… :)

  2. Ciça, eu nunca vi, mas eu adoro efeitos visuais de filmes antigos, aquela simplicidade (comparada a hoje)com que eles faziam os efeitos jamais devem ser desvalorizadas.

    beijos

  3. Acredita que ainda não vi esse filme?
    Vou procurar assisti-lo, ainda mais com a continuação já anunciada.

  4. Esse é um dos maiores clássicos e um marco também.

    Não sei se conseguiria dar uma nota hehehe

  5. Cecília, esse foi tirado do fundo do baú da sessão da tarde, rs. Mas eu não consigo lembrar do filme, nem lendo a sua descrição sobre ele… :-(

    Ah, obrigado pelo selo da postagem anterior. O Kauê tinha me mandado, mas ele não pediu para eu postar seis informações aleatórias sobre mim. Quando eu postar todos os desafios de uma só vez eu acrescento este.

    Beijos!

  6. Tenho a ligeira impressão que já vi esse filme, mas acho que foi a tanto tempo que realmente não lembro de nada…

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