Crítica | Streaming

Quebrando a Banca

(21, EUA, 2008)

Ação

Direção: Robert Luketic

Elenco: Jim Strugess, Kevin Spacey, Laurence Fishburne, Kate Bosworth, Aaron Yoo, Liza Lapira, Jacob Pitts, Josh Gad, Sam Golzari

Roteiro: Ben Mezrich (livro), Peter Steinfeld, Allan Loeb

Duração: 123 min.

Nota: 6/10

Um gênio da matemática sabe como lidar, como ninguém, com números e probabilidades. Nerd, amigo de nerds, sonha em cursar medicina em Harvard após terminar o seu curso na MIT. Para isto precisa conseguir $300 mil.

O caminho mais fácil para juntar tanto dinheiro é aceitar o convite do professor de equações não-lineares e juntar-se a um grupo de jogadores de Black Jack, ou 21, como é mais conhecido. Com um sistema de códigos e uma habilidade enorme com números, todos partem para Las Vegas para jogar.

Bem interessante, o filme é baseado na história real de seis alunos do MIT, um dos centros mais conceituados no estudo de tecnologia.

Apesar de deixar todo mundo com uma vontade enorme de estar em Vegas, envolve menos a platéia do que o esperado e acabamos não participando tanto do filme. Mas é sempre bom ver Kevin Spacey em ação, pois, independente do papel que faça, sabe como dar um toque todo especial ao personagem. O resto do elenco está bem e os jovens atores não decepcionam. Acho que vale a pena ficar de olho em Jim Strugess, que depois de uma longa carreira na tv, aparece em várias produções interessantes como Across the Universe e A Outra.

Algumas passagens de Quebrando a Banca são meio chatinhas e várias piadas são nerds demais. O roteiro tem falhas graves e algumas soluções restam muito inverossímeis na telona. Ainda assim, é interessante ver como um esquema pode render, em pouco tempo, tanto dinheiro.

O filme é divertido e provoca algumas boas risadas. Talvez pudesse ser melhor, mas para dias de bobeira, é uma escolha interessante.

Um Grande Momento

Kevin Spacey na mesa de jogo.

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Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

Um Comentário

  1. Nossa, eu até queria conseguir, mas perderia a conta na terceira carta…

  2. O filme é legal, você sai de lá com a sensação de que sabe contar cartas como eles, mas não, você não sabe contar cartas como eles. A histótia real é bem interessante. E aquilo que se faz em Vegas, permanece em Vegas.

  3. O filme é legalzinho e espero que vocês três gostem!
    Talvez, não valha o valor do ingresso, porque pagar cinema neste país está cada vez mais difícil, mas acho que sempre é melhor ver na telona!
    Beijocas

  4. Esse filme deve estreiar só na sexta aqui em Porto Alegre. Quando chegar verei com certeza.

    Abraço!!!

  5. Fiquei interessado em assistir esse filme. Achei a sinopse interessante.
    Beijo!

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