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Meus melhores 2019: Festivais

Para encerrar a série “Meus melhores” chegou a hora de falar dos filmes que ainda não chegaram no circuito, aqueles que vi pelas andanças nos festivais de cinema. E nesses eventos que tenho a oportunidade de conferir à sempre curiosa e diversa produção de curtas-metragens brasileira e mundial, uma vez que não há outro espaço de exibição para esse formato no país.

Nos festivais também encontro longas de cinematografias que não encontram uma janela de exibição muito facilitada. Alguns filmes até estreiam depois de um tempo, outros se perdem para sempre, o que é uma pena. Mas fica aqui o registro daqueles que se destacaram neste ano para mim:

CURTA-METRAGEM

15. Baile, de Cíntia Domit Bittar
14. Dante vs. Mohammed Ali, de Marc Wagenaar
13. Em Cima do Muro, de Hilda Lopes Pontes
12. Aziza, de Soudade Kaadan
11. Bao, de Domee Shi

10. Weekends, de Trevor Jimenez

9. Peixe, de Yasmin Guimarães

8. Livro e Meio, de Giu Nishiyama e Pedro Nishi

7. Tio Tomás, A Contabilidade dos Dias, de Regina Pessoa

6. Late Afternoon, de Louise Bagnall

5. Suc de síndria, de Irene Moray

4. Carne, de Camila Kater

3. Flow, de Adriaan Lokman

2. Angela, de Marilia Nogueira

1. Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca

LONGA-METRAGEM

15. O Tempo que Resta, de Thaís Borges
14. Vaga Carne, de Grace Passô, Ricardo Alves Jr
13. Danças Macabras, Esqueletos e Outras Fantasias, de Rita Azevedo Gomes, Pierre Léon e Jean-Louis Schefer
12. Her Smell, de Alex Ross Perry
11. We Are Little Zombies, de Makoto Nagahisa

10. A Febre, de Maya Da-Rin

9. State Funeral, de Sergey Loznitsa

8. A Jaqueta de Couro de Cervo, de Quentin Dupieux

7. O Que Arde, de Oliver Laxe

6. Seder-Masochism, de Nina Paley

5. Vermelha, de Getúlio Ribeiro

4. System Crasher, de Nora Fingscheidt

3. Até Logo, Meu Filho, de Wang Xiaoshuai

2. Vitalina Varela, de Pedro Costa

1. Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma

Você pode conferir a lista geral aqui e a lista de filmes brasileiros aqui.

Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.
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