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43ª Mostra: Melhores filmes

Como já é tradição, ao final dos insanos dias de correria entre os cinemas da Mostra de São Paulo, faço uma listinha daqueles que foram os filmes que mais chamaram a minha atenção no período.

Nesta edição, foram menos filmes vistos, mas muita coisa boa esteve presente na seleção, que contou com destaques de grandes festivais mundiais e nomes reconhecidos. Além dos filmes, muitas conversas pós-sessões com amigos que surgiram justamente por causa da cinefilia fizeram os títulos tomarem outros rumos. Por outro lado, alguns cresceram sozinhos, ficaram dentro de mim por um tempo, e outros ainda estão aqui reverberando.

Confira os meus melhores filmes, em ordem decrescente:

Dente de Leite (Austrália, 2019), de Shannon Murphy

Mente Perversa (Alemanha, 2019), de Savas Ceviz

Alice Junior (Brasil, 2019), de Gil Baroni

O Diabo entre as Pernas (México/Espanha, 2019), de Arturo Ripstein

lLa llorona (Guatemala/França, 2019), de Jayro Bustamante)

O Jovem Ahmed (Bélgica/França, 2019), de Jean-Pierre e Luc Dardenne

Dois Papas (Reino Unido, 2019), de Fernando Meirelles

O Farol (Estados Unidos, 2019), de Roger Eggers

A Garota com a Pulseira (França, 2019), de Stéphane Demoustier

Technoboss (Portugal/França, 2019), de João Nicolau

A Verdadeira História da Gangue de Ned Kelly (Austrália/Reino Unido, 2019), de Justin Kurzel

Sibyl (França/Bélgica, 2019), de Justine Triet

História de um Casamento (Estados Unidos, 2019), de Noah Baumbach

Um Dia Muito Claro (Islândia/Dinamarca/Suécia, 2019), de Hlynur Pálmason

Casa (Brasil, 2019), de Letícia Simões

O Que Arde (França/Luxemburgo/Espanha, 2019), de Oliver Laxe

System Crasher (Alemanha, 2019), de Nora Fingscheidt

Até Logo, Meu Filho (China, 2019), de Wang Jingchun

Parasita (Coreia do Sul, 2019), de Bong Joon-ho

A Vida Invisível (Brasil, 2019), de Karim Aïnouz

Synonymes (França/Israel/Alemanha, 2018), de Nadav Lapid

Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.
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