Top, top, top uh!

Melhores filmes nos festivais de 2020

Sobrevivemos! Não dá para começar de outro jeito esse texto. O segundo semestre de 2020 foi a coisa mais surreal e absurda para qualquer pessoa que escreve sobre cinema no Brasil. Quando a pandemia Covid-19 estourou, em março, todos acharam que seria breve, “em junho já acabou”, e adiaram os festivais, mas junho chegou, julho chegou e nem sinal.

Tirando Tiradentes, todos os outros festivais de 2020 tiveram que pensar em outros modelos, outros formatos e o online foi o caminho. O problema é que agora já não tinha mais espaço na agenda e todos tiveram que acontecer quase ao mesmo tempo: pouquíssimo tempo de pausa entre um e outro, quando tinha. O incrível do online era que tivemos acesso a festivais que nunca conheceram, do mundo inteiro. Por outro lado, o desgaste era claro e evidente. E foi difícil chegar ao fim do ano, mas nós conseguimos. E chegamos inteiros (ou quase) e cheios de filmes incríveis para levar na memória e contar para vocês.

Aqui a nossa lista com os 40 melhores longas e curtas (20 de cada) que vimos nesse ano maluco que teve um semestre que valeu por seis anos. Que em 2021 o online seja incorporado, mas o presencial volte, pois a troca é fundamental. E que seja um ano seja melhor para todos!

Apoie o Cenas

Longas-metragens

  1. A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos
  2. Mosquito, de João Nuno Pinto
  3. Meu Querido Supermercado, de Tali Yankelevich
  4. Lua Vermelha, de Lois Patiño

5. Dias, de Tsai Ming-Liang
6. Meu Pretzel Mexicano, de Nuria Giménez
7. Mascarados, de Marcela Borela e Henrique Borela
8. Servidão, de Renato Barbieri e Neto Borges

9. Não Haverá Mais Noite, de Éléonore Weber
10. O Reflexo no Lago, de Fernando Segtowick
11. The Woman Who Ran, de Hong Sang-soo
12. Isso Não É um Enterro, É uma Ressurreição, de Lemohang Jeremiah Mosese

13. Mamãe Mamãe Mamãe, de Sol Berruezo Pichon-Riviére
14. Meu Nome É Bagdá, de Caru Alves de Souza
15. Transamazonia, de Bea Morbach, Débora McDowell e Renata Taylor
16. A Morte do Cinema e do Meu Pai Também, de Dani Rosenberg

17. Aos Pedaços, de Ruy Guerra
18. Cordilheira dos Sonhos, de Patricio Guzmán
19. Sofá, de Bruno Safadi
20. Sono de Outono, de Michael Higgins

Curtas-metragens

  1. A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro
  2. Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias
  3. República, de Grace Passô
  4. Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda

5. Assistindo à Dor dos Outros, de Chloé Galibert-Laîné
6. O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader
7. Noite Perpétua, de Pedro Peralta
8. Nimic, de Yorgos Lanthimos

9. A Queda, de Jonathan Glazer
10. Extratos, de Sinai Sganzerla
11. Mamapara, de Alberto Flores Vilca
12. Inabitáveis, de Anderson Bardot

13. Portugal Pequeno, de Victor Quintanilha
14. Mare, de Guille Vázquez
15. Changeling, de Faye Jackson
16. Nimbus, de Marcos Buccini

17. Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira
18. O Que Há em Ti, de Carlos Adriano
19. The Staggering Girl, de Luca Guadagnino
20. Chão de Rua, de Tomás von der Oste

Cecilia Barroso

Cecilia Barroso é jornalista cultural e crítica de cinema. Mãe do Digo e da Dani, essa tricolor das Laranjeiras convive desde muito cedo com a sétima arte, e tem influências, familiares ou não, dos mais diversos gêneros e escolas. Faz parte da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema e das Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema.

Francisco Carbone

Jornalista, crítico de cinema por acaso, amante da sala escura por opção; um cara que não consegue se decidir entre Limite e "Os Saltimbancos Trapalhões", entre Sharon Stone e Marisa Paredes... porque escolheu o Cinema.

Lorenna Montenegro

Lorenna Montenegro é crítica de cinema, roteirista, jornalista cultural e produtora de conteúdo. É uma Elvira, o Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema e membro da Associação de Críticos de Cinema do Pará (ACCPA). Cursou Produção Audiovisual e ministra oficinas e cursos sobre crítica, história e estética do cinema.
Botão Voltar ao topo